1. Any Means Necessary2. Life Is Now
3. Punish And Enslave
4. Legion
5. Between Two Worlds
6. Hallowed Be My Name
7. Something For The Ages
8. No Sacrifice, No Victory
9. Bring The Hammer Down
10. One Of A Kind
11.My Sharona (The Knack cover)
Joacim Cans - vocals
Pontus Norgren - guitars
Oscar Dronjak - guitars
Frederik Larsson - bass
Anders Johansson - drums
Data de lançamento: Fevereiro 2009
Nuclear Blast Records
Poucos são aqueles que de uma forma ou de outra já não ouviram falar em HammerFall. Os tipos do Glory To The Brave, aqueles que chegaram a actuar no nosso país literalmente à pala, numa inequívoca imagem de propagação de fé e de espírito Heavy Metal, mesmo quando os profetas da desgraça assumiam que o estilo estaria moribundo por força do aparecimento das novas tendências.
Para este álbum os HammerFall tinham nada mais nada menos que a árdua tarefa de ultrapassar a saída de Stefan Elmgren, guitarrista e membro fundador que decidiu enveredar por uma carreira de piloto ficando assim sem o tempo devido para os HammerFall e decidiu por isso deixar o seu lugar à disposição. Lugar este, que foi ocupado por Pontus Norgren, guitarrista no qual incidem as grandes atenções deste álbum.
Digam o que disserem mas estes gajos têm uma fórmula que mesmo com as mudanças - aparentemente cerebrais na formação - ela mostra-se de tal forma vincada que basta uma audição para um gajo ficar logo agarrado a mais um álbum de HammerFall!
Pontus Norgren revela-se o substituto perfeito de Stefan Elmgren, grande feeling e inspiração deste guitarrista (ex-The Poodles), com as suas raízes fortemente neo-clássicas a evidenciarem-se desde logo.
Destaque também para o baixo de Frederik Larsson que se revela mais uma agradável surpresa ao longo do álbum, desde uma Legions que recupera em parte alguma atmosfera do Chapter V, até à portentosa "Bring The Hammer Down" que reúne todas as características HammerFall, jogando muito bem com a bateria de Anders Johansson, sempre competente, um autêntico cavalo este gajo. De Joacim Cans nem vale a pena falar, vozes como esta afastam logo pseudo-metálicos, e esse é o melhor elogio que me ocorre.
Oscar Dronjak não deixa créditos por mãos alheias e mais uma vez temos aqui um grande trabalho sempre a evidenciar a inspiração alemã na veia de Accept, com riffs mais matadores que elaborados, à boa maneira germânica, neste que é já o sétimo trabalho de estúdio dos suecos HammerFall.
Bem produzido, cortesia da Nuclear Blast, o único ponto em desfavor deste No Sacrifice, No Victory é apenas em termos de consistência, peca por alguma falta dela e quando comparado a registos anteriores da banda perde em homogeneidade, faltando-lhe um ou outro tema mais forte que lhe desse outra dimensão, por exemplo a fechar o álbum pedia-se algo mais irreverente que “One Of A Kind”.
É sempre um enorme prazer ouvir algo desta banda, e constatar que em pleno 2009 e depois de ultrapassados mais de 10 anos do seu primeiro álbum, mostram-se fiéis ao seu início de carreira e continuam imunes ao que se passa em redor da música mais pesada que se tornou moda chamar metal. [7.7]
Para este álbum os HammerFall tinham nada mais nada menos que a árdua tarefa de ultrapassar a saída de Stefan Elmgren, guitarrista e membro fundador que decidiu enveredar por uma carreira de piloto ficando assim sem o tempo devido para os HammerFall e decidiu por isso deixar o seu lugar à disposição. Lugar este, que foi ocupado por Pontus Norgren, guitarrista no qual incidem as grandes atenções deste álbum.
Digam o que disserem mas estes gajos têm uma fórmula que mesmo com as mudanças - aparentemente cerebrais na formação - ela mostra-se de tal forma vincada que basta uma audição para um gajo ficar logo agarrado a mais um álbum de HammerFall!
Pontus Norgren revela-se o substituto perfeito de Stefan Elmgren, grande feeling e inspiração deste guitarrista (ex-The Poodles), com as suas raízes fortemente neo-clássicas a evidenciarem-se desde logo.
Destaque também para o baixo de Frederik Larsson que se revela mais uma agradável surpresa ao longo do álbum, desde uma Legions que recupera em parte alguma atmosfera do Chapter V, até à portentosa "Bring The Hammer Down" que reúne todas as características HammerFall, jogando muito bem com a bateria de Anders Johansson, sempre competente, um autêntico cavalo este gajo. De Joacim Cans nem vale a pena falar, vozes como esta afastam logo pseudo-metálicos, e esse é o melhor elogio que me ocorre.
Oscar Dronjak não deixa créditos por mãos alheias e mais uma vez temos aqui um grande trabalho sempre a evidenciar a inspiração alemã na veia de Accept, com riffs mais matadores que elaborados, à boa maneira germânica, neste que é já o sétimo trabalho de estúdio dos suecos HammerFall.
Bem produzido, cortesia da Nuclear Blast, o único ponto em desfavor deste No Sacrifice, No Victory é apenas em termos de consistência, peca por alguma falta dela e quando comparado a registos anteriores da banda perde em homogeneidade, faltando-lhe um ou outro tema mais forte que lhe desse outra dimensão, por exemplo a fechar o álbum pedia-se algo mais irreverente que “One Of A Kind”.
É sempre um enorme prazer ouvir algo desta banda, e constatar que em pleno 2009 e depois de ultrapassados mais de 10 anos do seu primeiro álbum, mostram-se fiéis ao seu início de carreira e continuam imunes ao que se passa em redor da música mais pesada que se tornou moda chamar metal. [7.7]
1 comentários:
dá primeira vez keu postei aqui comentário e não postou eu tinha dito keu nesse dia ia ouvir este album no carro nesse dia.. e ouvi hehhe :) só que já ouvi bocados do album e ainda não ouvi a ultima e quero ouvir lol
i love you :)
muah
da Sofia :)
Postar um comentário